Guida completa alla manutenzione: Sistemi di lubrificazione centralizzata – Ispezione di pompe, tubazioni e dispositivi di dosaggio.

1. Âmbito e Objetivo

Este guia de manutenção descreve os procedimentos essenciais para a inspeção, verificação e manutenção preventiva de sistemas de lubrificação centralizada (CLS) comuns em ambientes de manufatura industrial. Isso inclui bombas de pistão, distribuidores progressivos, dispositivos de dosagem e as linhas de lubrificação primária e secundária associadas. A observância deste guia garante o desempenho ideal do sistema, previne falhas prematuras do equipamento, reduz o tempo de inatividade não programado e prolonga a vida útil de rolamentos, engrenagens e superfícies deslizantes de máquinas críticas. Esta intervenção de manutenção é obrigatória trimestralmente ou após qualquer alteração ou reparo significativo do sistema.

2. Precauções de segurança

AVISO: Antes de iniciar qualquer trabalho no sistema de lubrificação centralizada, certifique-se de que todas as máquinas conectadas ao sistema estejam desenergizadas e bloqueadas/etiquetadas (LOTO) de acordo com as normas ANSI Z244.1 e OSHA 29 CFR 1910.147. A falha em isolar adequadamente as fontes de energia pode resultar em ferimentos graves ou fatais. Sempre utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) apropriados, incluindo óculos de segurança (ANSI Z87.1), luvas resistentes a produtos químicos (ASTM F903) e calçados de segurança com biqueira de aço (ASTM F2413). Esteja ciente da energia hidráulica ou pneumática armazenada dentro do sistema; sempre despressurize as linhas lentamente antes de desconectá-las. Os lubrificantes podem estar sob alta pressão e causar lesões por injeção na pele.

2.1. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Necessários

  • Óculos de segurança (ANSI Z87.1)
  • Luvas resistentes a produtos químicos (nitrilo ou neoprene, ASTM F903)
  • Calçado de segurança com biqueira de aço (ASTM F2413)
  • Proteção auditiva (ao trabalhar perto de máquinas em funcionamento, ANSI S3.19)
  • Macacão de proteção/Roupa de trabalho

2.2. Procedimento de Bloqueio/Etiquetagem (LOTO)

  1. Identificar todas as fontes de energia (elétrica, hidráulica, pneumática) conectadas ao CLS e às máquinas associadas.
  2. Notificar o pessoal afetado sobre a atividade de manutenção planejada.
  3. Desligue a bomba CLS e todos os equipamentos conectados de acordo com os procedimentos operacionais de segurança estabelecidos.
  4. Desligue e bloqueie todas as fontes de energia (por exemplo, a chave geral de desconexão do motor da bomba).
  5. Feche e identifique todas as válvulas de isolamento relevantes (por exemplo, fornecimento de ar para bombas pneumáticas, fornecimento de fluido hidráulico para bombas hidráulicas).
  6. Verifique o estado de energia zero usando o equipamento de teste apropriado (por exemplo, voltímetro para sistemas elétricos, manômetro para sistemas hidráulicos/pneumáticos).
  7. Instale dispositivos de bloqueio/etiquetagem pessoal.
  8. Mantenha-se constantemente atento à possibilidade de revitalização.

3. Ferramentas e materiais necessários

Ferramenta/Material Especificação Quantidade
Conjunto de chaves métricas padrão 6 mm – 32 mm, extremidade combinada aberta/fechada 1 conjunto
Conjunto de chaves inglesas padrão em polegadas 1/4″ – 1 1/4″, Combinação Aberta/Fechada 1 conjunto
Chave de torque ajustável 5 Nm – 50 Nm (3,7 lb-ft – 36,9 lb-ft), calibrado segundo a norma ISO 6789 1
Chave de torque ajustável (para serviço pesado) 50 Nm – 300 Nm (36,9 lb-ft – 221 lb-ft), calibrado segundo a norma ISO 6789 1
Conjunto de chaves de fenda de ponta chata Vários tamanhos (ponta de 3 mm, 5 mm e 8 mm) 1 conjunto
Conjunto de chaves de fenda Phillips #1, #2, #3 1 conjunto
Conjunto de chaves Allen/hexagonais Métrico (1,5 mm – 12 mm), Imperial (1/16″ – 1/2″) 1 conjunto
Conjunto de Calibradores de Precisão 0,02 mm – 1,00 mm (0,0008″ – 0,040″) 1 conjunto
Multímetro digital CAT III 600V, True RMS, Fluke 179 ou equivalente (IEEE 1101) 1
Termômetro infravermelho -30°C a 500°C (-22°F a 932°F), Precisão +/- 2°C (ASTM E1965) 1
Kit de manômetro 0-250 bar (0-3625 psi) com vários adaptadores (ASME B40.100 Grau 1A) 1 conjunto
Panos limpos / Panos que não soltem fiapos Grau Industrial 1 pacote
Desengordurante/Limpador Não inflamável, de grau industrial. 1 lata
Novo lubrificante (especificações OEM) Conforme os requisitos da CLS, por exemplo, graxa NLGI Grau 2 ou óleo ISO VG 100. Conforme necessário
Anéis de vedação/vedações de substituição Conforme os números de peça do fabricante original. Conforme necessário
Bandejas de contenção / contenção de derramamentos Capacidade mínima de 5 litros 2
Tampões/Tampas de Plástico Diversos tamanhos para vedação de linhas abertas 1 kit
Câmera digital/Smartphone Para documentação 1
Prancheta e caneta Para listas de verificação e anotações 1
Dispositivos de bloqueio/etiquetagem Conforme o procedimento do local Conforme necessário

4. Lista de verificação para inspeção pré-manutenção

Item Verificar Critérios de Aceitação/Rejeição Notas
Nível do reservatório de lubrificante Inspeção visual Nível entre as marcas MIN e MAX. Sem excesso de espuma ou contaminação. Reabasteça se o nível estiver baixo. Informe o tipo de lubrificante.
Condição do lubrificante Inspeção visual e teste de odor Sem descoloração, separação, partículas ou odor de queimado. Em caso de contaminação, planeje a limpeza e o reabastecimento do sistema.
Indicadores de filtro Inspeção visual Elemento do filtro que não indica bypass (ex.: indicador pop-up vermelho). Caso seja necessário, planeje a substituição do filtro.
Carcaça da unidade de bomba Inspeção visual Sem vazamentos visíveis, rachaduras, amassados ou corrosão excessiva. Documente quaisquer danos.
Unidade de motor/acionamento Verificação auditiva e visual Sem ruídos incomuns (rangidos, guinchos). Sem vibração excessiva. Investigue imediatamente quaisquer achados incomuns.
Manômetro (Saída da Bomba) Leitura visual (estática) O manômetro indica 0 bar/psi quando a bomba está desligada, e está dentro de 10% da pressão de operação quando ativa. Se estiver travando ou apresentando funcionamento irregular, substitua o medidor.
Principais linhas de abastecimento Inspeção visual Sem vazamentos visíveis, atrito, dobras ou danos. Fixado com segurança. Aperte as conexões, substitua os cabos danificados.
Linhas de distribuição secundárias Inspeção visual Sem vazamentos visíveis, atrito, dobras ou danos. Fixado com segurança. Aperte as conexões, substitua os cabos danificados.
Dispositivos de Medição/Distribuidores Progressivos Inspeção visual Sem vazamentos visíveis ao redor das tomadas ou na estrutura. Instalado com segurança. Limpe bem para melhor inspeção.
Conexões elétricas Inspeção visual Todas as conexões dos terminais estão firmes. Não há fios desgastados ou condutores expostos. Aperte as conexões soltas.
Controles do sistema Verificação funcional (se for seguro) A função de parada de emergência funciona corretamente. Os botões de ligar/desligar respondem prontamente. Resolva as questões de controle com um eletricista.

5. Procedimento passo a passo

5.1. Inspeção da Unidade de Bomba de Lubrificação Centralizada

  1. Realizar o procedimento de bloqueio e etiquetagem (LOTO): Garantir que todas as fontes de energia estejam isoladas e etiquetadas. Verificar o estado de energia zero.
  2. Inspeção visual da unidade de bomba:
    • Examine a carcaça da bomba em busca de danos externos, rachaduras ou sinais de impacto. Não ignore fissuras finas, que podem indicar fadiga estrutural.
    • Verifique se todos os fixadores estão bem apertados. Usando a chave dinamométrica ajustável, verifique o torque dos parafusos de fixação. Para parafusos de fixação M10, certifique-se de que o torque seja de 45 Nm (33 lb-ft) . Para os parafusos da tampa da bomba, consulte as especificações do fabricante original, geralmente 15 Nm (11 lb-ft) para fixadores M8.
    • Inspecione as linhas hidráulicas ou pneumáticas conectadas à bomba para verificar vazamentos, danos ou desgaste. Aperte as conexões conforme necessário.
    • Verifique a caixa de junção elétrica quanto a conexões soltas, fios desgastados ou corrosão. AVISO: Não abra circuitos elétricos energizados.
  3. Verificação do nível e condição do lubrificante:
    • Inspecione visualmente o reservatório de lubrificante. Confirme se o nível está entre os indicadores MIN e MAX.
    • Extraia uma pequena amostra do lubrificante (se possível sem comprometer a integridade do sistema) e examine-a quanto à descoloração, entrada de água ou contaminação por partículas. Um lubrificante em boas condições deve ser transparente e homogêneo. Uma aparência leitosa indica contaminação por água; odor escuro ou de queimado sugere superaquecimento ou degradação.
  4. Inspeção/Substituição do Elemento Filtrante:
    • Verifique o indicador de pressão diferencial do filtro. Se o indicador estiver ativado (por exemplo, o botão vermelho estiver levantado), o elemento filtrante está obstruído e precisa ser substituído.
    • Se for necessária a substituição, coloque uma bandeja de coleta sob a carcaça do filtro. Abra cuidadosamente a carcaça do filtro, remova o elemento filtrante antigo e descarte-o de forma responsável. Instale um novo elemento filtrante especificado pelo fabricante, garantindo o encaixe correto dos anéis de vedação. Aperte a tampa da carcaça do filtro com o torque especificado pelo fabricante, normalmente 25 Nm (18,5 lb-ft) .
    • Certifique-se de que não entre ar no sistema durante a troca do filtro; sempre que possível, pré-encha os novos elementos com lubrificante.
  5. Verificação do desempenho da bomba (após a liberação do bloqueio e etiquetagem, se o sistema puder ser operado com segurança momentaneamente):
    • Libere temporariamente o bloqueio (com extrema cautela e notificação prévia) para energizar brevemente a bomba.
    • Observe a pressão da bomba no manômetro de saída. A pressão operacional típica para sistemas de graxa é de 150 a 200 bar (2175 a 2900 psi) e para sistemas de óleo, de 20 a 50 bar (290 a 725 psi) . A pressão deve ser estável, com flutuações mínimas (desvio inferior a 5%).
    • Preste atenção a ruídos incomuns vindos da bomba ou do motor. Use um termômetro infravermelho para verificar as temperaturas da carcaça da bomba e do motor. As temperaturas normais de operação não devem exceder 60 °C (140 °F) para o corpo da bomba e 70 °C (158 °F) para a carcaça do motor (NEMA MG 1). Ruídos excessivos ou temperaturas elevadas indicam desgaste interno ou problemas no motor.
    • Reaplique o bloqueio e etiquetagem (LOTO) imediatamente após um breve teste.

5.2. Purga da linha de lubrificação e verificação de integridade

  1. Isolar seções (se possível): Se o sistema permitir, isole seções das linhas primárias e secundárias usando válvulas de esfera ou válvulas direcionais. Isso minimiza o desperdício de lubrificante durante a purga.
  2. Inspeção da linha primária:
    • Inspecione visualmente toda a extensão da linha de lubrificação primária, desde a bomba até o primeiro distribuidor progressivo. Procure por sinais de abrasão, esmagamento, dobras ou curvas acentuadas que possam impedir o fluxo de lubrificante.
    • Verifique se há vazamentos em todas as conexões e acessórios. Uma fina película de lubrificante ao redor de uma conexão indica vazamento. Aperte quaisquer conexões soltas. Para conexões de flange SAE J514 de 37° comuns, use uma chave dinamométrica para garantir a vedação adequada; para conexões de 1/2″, um torque de 60 Nm (44 lb-ft) geralmente é apropriado, mas sempre consulte os dados do fabricante original.
    • Apertar demais pode danificar a rosca ou rachar a tubulação; apertar de menos causa vazamentos.
  3. Inspeção de linha secundária:
    • Siga as linhas secundárias dos distribuidores progressivos até cada ponto de lubrificação. Inspecione-as em busca dos mesmos indicadores de danos e vazamentos encontrados nas linhas primárias.
    • Preste muita atenção às mangueiras flexíveis, que são propensas à fadiga e ao desgaste. Certifique-se de que os raios de curvatura estejam em conformidade com as especificações do fabricante original (por exemplo, raio de curvatura mínimo de 6 vezes o diâmetro externo da mangueira).
    • Verifique o trajeto da linha para garantir que não haja interferência com as partes móveis da máquina.
  4. Purga de linha (para sistemas específicos ou após reparos):
    • AVISO: Certifique-se de que as bandejas de coleta e os dispositivos de contenção de derramamentos estejam instalados corretamente antes de desconectar qualquer tubulação.
    • Selecione um trecho da tubulação para purgar. Desconecte a tubulação em um ponto baixo conveniente ou em uma válvula de purga dedicada.
    • Conecte um recipiente de coleta temporário.
    • Acione brevemente a bomba (após liberar temporariamente o bloqueio e etiquetagem) para injetar uma pequena quantidade de lubrificante na linha até que o lubrificante esteja limpo. Certifique-se de que o ar seja completamente expelido; a presença de ar nas linhas causa lubrificação irregular.
    • Aplique imediatamente o bloqueio e etiquetagem (LOTO). Reconecte a linha, certificando-se de que as conexões estejam apertadas corretamente.
    • Repita o procedimento para outras linhas críticas ou após qualquer substituição de linha.
  5. Teste de queda de pressão (opcional, para diagnósticos avançados):
    • Instale manômetros na saída da bomba e no ponto mais distante da linha principal.
    • Com o sistema temporariamente ativo (e os dispositivos de medição bloqueados ou isolados), registre as pressões. Uma queda de pressão significativa (mais de 10-15% da pressão de saída da bomba) indica restrição ou discrepância excessiva entre comprimento e diâmetro.

5.3. Verificação do Dispositivo de Medição (Distribuidor Progressivo)

  1. Inspeção visual de dispositivos de medição:
    • Localize todos os distribuidores progressivos (por exemplo, SSV, VP ou similares). Limpe qualquer acúmulo de graxa/óleo da parte externa para permitir uma inspeção clara.
    • Verifique se há vazamentos visíveis ao redor das portas de saída, conexões do coletor ou pinos indicadores (se houver).
    • Verifique se cada dispositivo está firmemente fixado. Aperte os parafusos de fixação, normalmente com um torque de 10 a 12 Nm (7,4 a 8,8 lb-ft) para parafusos M6.
    • A sujidade acumulada pode esconder pequenos vazamentos; uma limpeza completa é fundamental.
  2. Verificação de funcionalidade (pino indicador):
    • Muitos distribuidores progressivos são equipados com um pino indicador que se move em vaivém a cada ciclo. Observe o movimento do pino enquanto o sistema estiver brevemente em funcionamento (libere temporariamente o bloqueio e etiquetagem).
    • O pino deve se mover de forma suave e consistente. Um pino com movimento errático, lento ou imóvel indica um pistão dosador ou uma saída obstruída. Um pino imóvel é uma falha crítica e deve ser corrigida imediatamente para evitar a falta de lubrificação no ponto de lubrificação.
  3. Verificação do volume de saída (método direto – para pontos críticos):
    • AVISO: Este procedimento envolve o manuseio de um sistema em funcionamento. Tome extrema cautela.
    • Em um ponto crítico de lubrificação, desconecte a linha secundária do rolamento ou componente.
    • Conecte um pequeno frasco de coleta calibrado ou uma proveta graduada (por exemplo, de 5 mL ou 10 mL).
    • Ligue a bomba durante um intervalo de tempo precisamente determinado (por exemplo, 5 minutos ou 10 ciclos de bombeamento, dependendo do sistema).
    • Meça o volume de lubrificante coletado. Compare-o com o volume de saída especificado para aquela seção de dosagem/pistão (consulte a documentação do fabricante). O volume medido deve estar dentro de ±10% do valor especificado.
    • Repita o procedimento para outros pontos críticos. Se a produção for inconsistente ou significativamente baixa, prossiga para a solução de problemas. A lubrificação inadequada leva à falha prematura dos rolamentos.
  4. Verificação do volume de saída (método indireto – queda de pressão):
    • Para sistemas sem pinos indicadores ou onde a coleta direta seja impraticável, monitore a pressão da bomba durante a operação normal.
    • Um sistema de distribuição progressiva saudável causará uma flutuação de pressão característica (por exemplo, queda e recuperação de pressão de 10-20 bar (145-290 psi) a cada ciclo do pistão.
    • A ausência de flutuação ou uma pressão alta constante pode indicar uma obstrução completa na linha ou no pistão. Uma pressão baixa constante pode sugerir um vazamento interno no distribuidor. A oscilação consistente da pressão é um indicador visual do funcionamento correto do dispositivo de dosagem.
  5. Inspeção de limpeza e desobstrução:
    • Se houver suspeita de mau funcionamento de um dispositivo de medição (por exemplo, pino indicador imóvel, saída baixa), pode ser necessário removê-lo para limpeza.
    • AVISO: Certifique-se de que o sistema esteja bloqueado e etiquetado (LOTO) antes de remover qualquer componente.
    • Desconecte cuidadosamente todos os cabos e parafusos de fixação. Remova o dispositivo de medição.
    • Desmonte o dispositivo (se projetado para manutenção em campo) e inspecione os pistões e canais em busca de graxa endurecida, detritos ou ranhuras. Limpe completamente com desengraxante e ar comprimido.
    • Remonte com novos anéis de vedação e juntas, conforme necessário. Reinstale, garantindo as conexões corretas das linhas e os valores de torque adequados.
    • A remontagem incorreta ou a introdução de sujeira durante a limpeza anularão o esforço de manutenção.

6. Lista de verificação pós-manutenção

Teste Resultado esperado Real Aprovado/Reprovado
Pressão do sistema Estável dentro da faixa especificada pelo fabricante original (ex.: 180-200 bar / 2610-2900 psi para graxa, 30-40 bar / 435-580 psi para óleo)
Vazamentos visíveis Sem vazamentos na bomba, tubulações, conexões ou dispositivos de medição após 30 minutos de operação.
Pinos indicadores do dispositivo de medição Todos os pinos indicadores estão funcionando de forma suave e consistente.
Descarga pontual de lubrificação Descarga visível de lubrificante fresco em todos os pontos de lubrificação (onde acessíveis).
Temperatura da bomba/motor Corpo da bomba < 60°C (140°F), Carcaça do motor < 70°C (158°F)
Verificação auditiva Não há ruídos incomuns (rangidos, guinchos) vindos da bomba ou do motor.
Fluxo de lubrificante Fluxo constante de lubrificante observado através da tubulação transparente (se instalada).
Operação da máquina A máquina retoma o funcionamento normal sem alarmes de lubrificação.

7. Guia de Solução de Problemas

Sintoma Causa provável Ação Corretiva
Sem fornecimento de lubrificante para nenhum ponto. Falha na bomba (motor, pistão, válvula de alívio interna), tubulação principal bloqueada, reservatório vazio, filtro principal entupido. Verifique o nível do reservatório. Inspecione a bomba/motor. Troque o filtro principal. Desobstrua a tubulação principal.
Baixa pressão do sistema Desgaste interno da bomba, vazamento na linha principal, válvula de alívio com defeito, viscosidade do lubrificante muito baixa para a temperatura ambiente. Inspecione a bomba quanto a desgaste. Localize e repare o vazamento na linha principal. Substitua a válvula de alívio. Use o lubrificante correto para as condições do produto.
Alta pressão do sistema Tubulação principal bloqueada, filtro entupido (se o bypass falhou), viscosidade do lubrificante muito alta para a temperatura ambiente, válvula de alívio de pressão travada fechada. Desobstrua a tubulação principal. Troque o filtro. Use o lubrificante correto para as condições do sistema. Inspecione/troque a válvula de alívio.
Ponto de Lubrificação Específica Sem Lubrificante Linha secundária bloqueada, seção do dispositivo de medição com defeito/bloqueada, ar na linha Purgar a linha secundária. Inspecionar/limpar/substituir a seção do dispositivo de medição. Despressurizar e purgar o ar da linha.
O pino indicador do dispositivo de medição não se move. Pistão dosador obstruído, linha secundária obstruída, pressão primária insuficiente. Limpe/substitua o dispositivo de medição. Purgue/desobstrua a linha secundária. Verifique a pressão da bomba.
Consumo excessivo de lubrificante Dispositivos de medição superdimensionados, vazamentos em tubulações/conexões/rolamentos, temporizador configurado com muita frequência. Verifique se o dispositivo de medição tem o tamanho correto. Repare todos os vazamentos. Ajuste as configurações do temporizador de acordo com as recomendações do fabricante.
Superaquecimento do sistema (bomba/motor) Lubrificante insuficiente, viscosidade do lubrificante muito alta, cavitação da bomba, sobrecarga do motor, ventilação inadequada. Verifique o nível do reservatório. Use lubrificante com a viscosidade correta. Verifique se há obstruções na entrada da bomba. Inspecione a ventoinha de arrefecimento do motor.
Ruídos altos da bomba Falha no rolamento, cavitação (ar no lubrificante), componentes soltos, vibração excessiva. Inspecione/substitua os rolamentos da bomba. Elimine o ar do sistema. Aperte os componentes soltos. Verifique a montagem da bomba.
Contaminação do lubrificante (visível) Reservatório aberto, respiro defeituoso, falha na vedação, lubrificante incorreto. Verifique se a tampa do reservatório está bem vedada. Recoloque o respiro. Inspecione e substitua as vedações. Lave o sistema e reabasteça com o lubrificante correto.

8. Cronograma de manutenção recomendado

Tarefa Freqüência Duração estimada Nível de habilidade
Verificação do nível e condição do lubrificante Diariamente/Por turnos 5 minutos Operador/Técnico
Inspeção visual (vazamentos, danos) Semanalmente 15 minutos Técnico
Verificação da pressão diferencial do filtro Semanalmente 5 minutos Técnico
Verificação da pressão do sistema Mensal 10 minutos Técnico
Verificação do torque de aperto da carcaça e dos fixadores da unidade da bomba Trimestral 30 minutos Técnico Certificado
Verificação de integridade das linhas primária e secundária Trimestral 1 hora Técnico Certificado
Verificação da funcionalidade do dispositivo de medição (pino indicador) Trimestral 1 hora Técnico Certificado
Verificação do volume de saída (direta/indireta) Semestralmente 2 a 4 horas Técnico Certificado
Substituição do elemento filtrante Anualmente ou conforme indicação. 30 minutos Técnico Certificado
Limpeza e reabastecimento do reservatório de lubrificante Semestralmente ou sob condição 4 a 8 horas Técnico Certificado
Teste completo de funcionalidade do sistema Anualmente 2 horas Técnico Certificado

9. Referência de peças de reposição

Descrição da peça Especificação típica Categoria UNITEC
Distribuidor Progressivo (ex: série SSV) 4-20 saídas, 0,1-1,0 cm³/ciclo por saída Componentes do sistema de lubrificação
Dispositivo de medição (ex: tipo D) Saída de 0,01 a 0,20 cm³ por ciclo Componentes do sistema de lubrificação
Elemento filtrante principal Meio filtrante de 10 mícrons, tipo spin-on ou cartucho, celulose ou sintético. Filtragem e acessórios
Mangueira de lubrificação de alta pressão SAE 100R1AT / DIN EN 853 1SN, 1/4″ – 1/2″ DI, até 400 bar (5800 psi) Linhas hidráulicas e de lubrificação
Tubos de alta pressão (aço) Aço trefilado a frio sem costura, DIN 2391 / EN 10305, diâmetro externo de 6 mm a 22 mm Linhas hidráulicas e de lubrificação
Válvula de retenção Tipo bola, pressão de abertura 0,5 bar, máximo 400 bar (5800 psi) Válvulas e conexões
Válvula de alívio de pressão Pressão ajustável de 10 a 300 bar (145 a 4350 psi), cartucho ou em linha. Válvulas e conexões
Manômetro 0-250 bar (0-3625 psi), preenchido com glicerina, face de 63 mm, conexão G1/4″ Instrumentação e sensores
Bomba de lubrificação elétrica (motor) 230/400 V trifásico, 0,37 – 1,5 kW, caixa IP55 Bombas e motores de lubrificação
Kit de anéis de vedação/O-rings para bomba Nitrilo ou Viton, específico para cada modelo de bomba. Vedações e juntas
Filtro de respiro Filtragem de ar de 3 mícrons, proteção contra respingos Filtragem e acessórios
Interruptor de nível Interruptor tipo Reed, contatos NA/NF, classificação de 250V/1A Instrumentação e sensores

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10. Referências

  • ANSI Z244.1 – Controle de Energia Perigosa – Bloqueio/Etiquetagem e Métodos Alternativos
  • OSHA 29 CFR 1910.147 – O Controle de Energia Perigosa (Bloqueio/Etiquetagem)
  • ASME B40.100 – Manômetros e acessórios para manômetros
  • ASTM E1965 – Método de ensaio padrão para medição de imagens infravermelhas
  • ASTM F903 – Método de ensaio padrão para resistência de materiais de vestuário de proteção à permeação de líquidos
  • ASTM F2413 – Especificação padrão para requisitos de desempenho de calçados com biqueira de proteção (segurança).
  • ISO 6789 – Ferramentas de montagem para parafusos e porcas – Ferramentas de torque – Requisitos para conformidade de projeto, conformidade de qualidade e procedimentos para calibração e determinação da incerteza de medição
  • NEMA MG 1 – Motores e Geradores
  • IEEE 1101 – Norma para Multímetros Digitais
  • Manuais de manutenção específicos do fabricante original do equipamento (OEM)
  • Diretrizes de projeto e manutenção de sistemas de lubrificação (ex.: SKF, Lincoln, Graco)

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